Matemática: um quadro sobre desenvolvimento

Estágio sensório-motor

zero a 2 anos

Ação sensorial direta: sugar, olhar, pegar. Pouco a pouco as ações se coordenam.
Estágio pré-operacional

2 a 7 anos

Respostas baseadas em impressões sensoriais, cada vez mais articuladas.
A criança é egocêntrica, centralizadora.
Estágio de representação.
É preparatório, de transição, das ações para as operações
Estruturas mais elaboradas começam a ser observadas: ordenar, classificar, fazer correspondências Não há conservação da quantidade nem reversibilidade Conservação da quantidade: a criança se baseia tão-só na visualização, e pelo espaço ocupado pelos objetos Reversibilidade: a criança não executa o pensamento de volta.
Estágio operacional-concreto

7 a 11 anos

As ações são todos integrados, em formas de estruturas. Algumas estruturas: classificações, seriação, construção de números, relações meios-fins, de espaço-tempo. As estruturas progridem no sentido da reversibilidade A criança já percebe a conservação da quantidade. Importante a manipulação de objetos. É importante sentir, construir, fazer. Explicar, falar e mostrar não são suficientes.
Estágio operacional-formal

Além dos 11

Pensamento formal, pensamento hipotético-dedutivo Teoricamente é a fase de iniciar-se o ensino formal da matemática Aqui pode-se começar a usar o dedutivo e o simbólico Uso mais de símbolos e idéias do que objetos. Plena reversibilidade

FONTE: DIDÁTICA DA MATEMÁTICA NA PRÉ-ESCOLA CAPÍTULO 1 AUTOR LUIZ ROBERTO DANTE EDITORA ÁTICA- 1996-

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